Rendimento 8 porções
Ingredientes
500g de batata doce
500g de filé de siri
30ml de azeite
30g de alho picado
70g de cebola
70g de pimentão vermelho
70g de molho de tomates
2 colheres de coentro picado
150ml de leite de coco
5 ovos (opcional)
300ml de creme de leite
100g de parmesão ralado
Modo de Preparo
Lave bem as batatas e cozinhe em água, sal e uma pitada de açúcar, mas sem deixar que fiquem desmanchando.Espere esfriar, descasque, corte em fatias e reserve.
Cozinhe os ovos na água, descasque e corte em rodelas. Reserve.
Aqueça o azeite e refogue primeiro o alho e a cebola, em seguida acrescente os pimentões e deixe refogar mais um pouco. Coloque o siri nesse refogado e misture bem, só depois coloque o leite de coco, o molho de tomates e o coentro. Espere cozinhar um pouco, acerte o sal, desligue o fogo e finalize misturando o creme de leite.
Numa travessa que possa ir ao forno coloque uma camada do siri, cubra com as batatas e os ovos, acrescente outra camada de siri e mais uma de batatas fazendo isso até usar todos os ingredientes. Polvilhe com o parmesão e leve ao forno para gratinar por 20 minutos.
O siri é um crustáceo encontrado em todos os Oceanos do planeta. São conhecidas quase 7 mil espécies que vivem em águas salgadas e doces, e em terra também. A maior espécie conhecida é o Siri Aranha, encontrado no Japão e que pode chegar até a 4 metros de largura. Um dos mais famosos do mundo é o King Crab, ou Siri Rei, pescado nos mares gelados da Noruega e vendido a preços exorbitantes no mercado por sua carne e carapaça peculiares.
Atualmente, o siri representa 20% de todos os crustáceos marinhos pescados, cultivados e consumidos no mundo, chegando próximo aos 2 milhões de toneladas anualmente. Diferentemente do seu primo “carangueijo” que vive em substratos de areia, lama e rochas, o siri tem uma capacidade de locomoção maior e é capaz de nadar também. No mundo todo e especialmente na culinária japonesa o Kani Kama é muito utilizado pelo seu sabor de carne de siri. Na verdade, este produto típico japonês, é feito a partir de fécula de batata e surimi, um preparado com carne de peixe pulverizada e que mais parece uma massa crua, perfeita para dar o formato de bastonete do Kani, que é artificialmente saborizado com gosto de siri.
No Brasil podemos encontrar diversas espécies do crustáceo que inundam a gastronomia litorânea com várias receitas. A versatilidade do Siri na culinária está também ligada às partes utilizadas para cozinhar. Muitas vezes cozido inteiro, ele chega à mesa pronto para ser desmembrado pelo comensal que pode aproveitar a carne desde as patas até o corpo. Em alguns lugares é possível comprar só o filé de siri, que nada mais é do que sua carne desfiada e que deve ser bem lavada antes de ser utilizada nas receitas. Ele funciona muito bem para recheios de tortas e massas, bolinhos, refogado com cebola e pimenta de cheiro, além de ser um ótimo acompanhamento de molhos de tomate e com leite de coco. Para muitas pessoas, o melhor é comer um Siri com coral, ou seja, com ovas no interior de seu corpo. As ovas, geralmente de cor alaranjadas, dão um toque adocicado e requintado ao prato.
Em 2009 fizemos o primeiro evento de comemoração do aniversário do Picuí, 20 anos. Parece que foi ontem, aquela correria para realizar o evento que deu certo! Depois deste, todos os anos celebramos a data com um jantar beneficente que reúne chefs de diversos estados brasileiros em Maceió. Em 2011 homengeamos as Irmãs Rocha. Qual será o tema deste ano? Ainda é surpresa….
Polvo marinado em azeite de limão servido sobre pedra vulcânica
Ingredientes
1kg de povo
Água para o cozimento do polvo
Água com gelo para resfriar o polvo
½ cebola
1 folha de louro
1 dente de alho
5g de sal
8 gotas de pimentas tabasco
50ml de azeite
Raspas de 1 limão siciliano
50 ml de manteiga de garrafa
Modo de Fazer
Cozinhe o polvo na água com a cebola, a folha de louro e o dente de alho amassado.
Resfrie em água com gelo com as gotas de pimenta. Corte os tentáculos do polvo em partes de 4cm. Embale á vácuo juntamente com as raspas de limão e deixe na geladeira por 48 horas.
Na hora de servir coloque a embalagem à vácuo fechada em um banho Maria à 57°c por 15 minutos.
Aqueça a pedra vulcânica em forno à 300°c e coloque em um prato sobre o sal grosso
Retire o polvo da embalagem, espete com um palito, mergulhe a parte de baixo do polvo na manteiga de garrafa e sirva sobre a pedra aquecida.





