
A beleza e a tranquilidade da lagoa Mundaú, servem de fonte para as criações de designer alagoana (Foto: Igor Pereira)
Flávia Farias/Editora
O bucolismo com pitadas de modernidade, encontradas na Barra Nova, bairro da histórica cidade de Marechal Deodoro, servem de inspiração para Ruth Quintella. É das águas da laguna Mundaú, do balançar do vento nos manguezais e coqueiros, e do barulho das aves criadas em sua casa ateliê, que ela tira o combustível necessário para criar. Com vinte anos de carreira, faz apenas um ano que a artista resolveu ampliar seu talento com os tecidos. Hoje, além de procurar por texturas, cores e misturas, ela mesma deixa registrada, em cada metro de tecido, sua marca.
As águas calmas da lagoa, só mudam de estado quando barcos e jet-skis as cortam em disparada. Mas nada que atrapalhe o clima inspirador. Ao contrário. “Adoro vir para cá e ficar olhando as mudanças ao longo do dia. A luz do sol dá o ritmo dos meus pensamentos”, afirma a artista, que põe cada peça para secar ao sabor do vento e das pitadas solares que caem sobre os tecidos.
Do mangue
A Coleção Manguezais é um reflexo de suas influências. Usando “telas” feitas de sarja, com fibras resistentes, Ruth desenha, cria e cruzas linhas, transformando peças simples em objetos singulares numa decoração. “Tenho muito amor pelo o que faço. Minhas inspirações saem das feiras populares que visito, das cidades pequenas por onde passo e da tranquilidade que encontro em minha casa-ateliê”, confessou a artista.
Em suas incursões, Ruth garimpa de tudo. Certo dia, até uma cangalha, – artefato acolchoado com paina (fibra natural que se parece com algodão), usada no lombo de mulas, cavalos e jumentos ela levou para casa. “O dono não queria vender”, relembrou a artista. O objeto surrado acabou, tempos depois, compondo a decoração do quarto de um cliente.
A mente de Ruth funciona assim, sem regras, nem preconceitos. Desse modo nasceu a nova coleção. Com vários tons de azul, que lembram as cores do mar alagoano, suas criações já estão garantidas na decoração de uma pousada local. Nada nem chegou a sair da produção, mas, com a rapidez das redes sociais, mais um negócio foi concretizado. “Uma amiga, que é arquiteta, viu minha postagem no Instagram. Em poucos minutos ela já estava reservando as peças para a ambientação que fazia em uma pousada da região”, recordou.
Sintonia
Os trabalhos de Ruth possuem uma sintonia fina com o de arquitetos alagoanos que levam suas peças para os quatro cantos do Brasil e alguns lugares mundo a fora. Suas peças complementam o clima pensado para os ambientes, sejam em marcantes almofadas ou esvoaçantes cortinas. “O entrosamento que tenho com os arquitetos é imenso. Com alguns trabalhos desde quando comecei, há vinte anos. Mesmo seguindo um projeto, eles me dão liberdade para criar”, afirma. E essa liberdade é bem aproveitada a margem da lagoa Mundaú.
Com a crescente valorização do artesanal, o trabalho de Ruth ganhou mais espaço no mercado por se encaixar perfeitamente dentro de uma demanda que exige criatividade, estilo e personalidade. Mesmo apaixonada pela cultura nordestina, a designer consegue ultrapassar as fronteiras do regional. Na coleção Manguezais é possível se transportar para a Grécia, sem muito esforço, com as pinceladas de azul e branco que carregou em suas peças.
A facilidade com a qual Ruth consegue transformar pequenos momentos em arte, tornou-a uma das queridinhas de arquitetos como Osvaldo Tenório, Ceres Vasconcelos, Agésila Melro, Humberta Farias e vários outros. Sua inspiração inspiradora, materializada em cores e traços marcantes, garante a seu trabalho um diferencial dentro de uma indústria acostumada com uma produção em larga escala. “Faço poucas peças, deixando cada uma secar ao sabor do vento”, finaliza.
Quem frequenta academia e passa algumas horas da semana suando para conquistar o tão sonhado corpo perfeito, nem sempre fica atento a alguns detalhes do lugar onde malha. O piso, por exemplo, precisa ter alguns cuidados especiais para que os alunos não escorreguem.
Os empresários do setor precisam ficar atentos às novidades do mercado. Uma dela é a nova versão do Piso Fitness da Aubicon que vem com 15 mm de espessura. O piso oferece isolamento acústico e segurança em academias e salas de ginásticas, ambientes de lazer e de trabalho.
Indicado para áreas internas e externas e locais com necessidade do amortecimento do impacto da queda de equipamentos, eles não deformam com o peso de equipamentos colocados sobre a sua superfície.
Feito com os grânulos da borracha de pneus reciclados, é antiderrapante e considerado um piso de acessibilidade, pois oferece segurança às crianças, idosos e cadeirantes. Sem contar que é ecológico e sustentável. Só para ter uma ideia, cada 100 m² do piso são retirados em média 400 pneus do meio ambiente.
Mais informações: www.aubicon.com.br
Quem mora numa casa ganha, além de espaço, algumas preocupações. Segurança, privacidade e delimitação de espaços são algumas delas. Quem opta pelas cercas-vivas ganha tudo isso e ainda consegue quebrar a passagem do vento, reduzir ruídos e poluição e harmonizar com a decoração. Em alguns casos, têm como função ser uma espécie de barreira visual, uma parede ou muro natural, isolando uma determinada área, mas com a beleza e a graciosidade das plantas.
Existem espécies específicas de plantas que podem variar de tamanho, formato e algumas até dão flores. As mais comuns são o pingo de ouro, sansão-do-campo, murta, iúca e hibisco. O sansão-do–campo, por exemplo, deve ser plantado com um espaço de 10 cm entre as mudas e caso não seja feita a poda durante o período de 12 a 15 meses, poderá chegar a três metros de altura. Para a cerca-viva crescer, vale ressaltar que ela precisa de sol.
As tradicionais podas de limpeza das cercas-vivas devem ser feitas uma vez por ano para retirar os ramos que estão secos e mal formados ou quando o clima favorecer o rápido crescimento. A poda serve também para determinar a maneira e o formato que a cerca deve ter e também para estimular a formação das plantas.
“É muito importante fazer a manutenção da cerca-viva, além de ser um trabalho fácil e prazeroso. Basta utilizar o equipamento correto e sua cerca-viva vai ficar sempre bonita e conservada,” completa Graziela Lourensoni, gerente de marketing e produtos da McCulloch, empresa que é referência em máquinas e utensílios para cuidado de áreas verdes.
Para mais informações, entre em contato com o SAC: 0800 77 323 77.
Quando o período de chuvas se aproxima, uma das preocupações da população é com relação à umidade que elas ocasionam nos espaços públicos, casas e edifícios. A umidade, não poucas vezes, faz com que paredes, tetos e outras superfícies ganhem fungos e mofos, deixando o ambiente com uma aparência desagradável. O mofo ainda pode agravar a asma e transmitir bactérias que podem causar infecções, um risco significativo a pessoas vulneráveis como idosos, crianças e bebês.
O primeiro procedimento a ser adotado (e mais adequado) consiste em, primeiro, limpar a superfície mofada com solução de água sanitária e água potável na proporção de 1:1, enxaguar e aguardar a secagem.
Dicas importantes:
- Evite guardar roupas usadas e abra as portas do guarda roupa de vez em quando.
- Se for necessário secar roupa dentro de casa, que seja no cômodo mais fresco, e de preferência com uma janela perto.
- Instale exaustores nos banheiros e na cozinha, vai ajudar a diminuir a umidade.
- Para evitar transbordamentos e umidade nas paredes externas da casa, verifique periodicamente as calhas do telhado.
- Se possível, coloque pequenos pedaços de carvão nos locais da casa que são utilizados apenas como pequenos depósitos, já que o carvão ajuda a absorver a umidade.
- Portas e janelas precisam permanecer abertas para facilitar a ventilação da casa, sempre que possível.
De acordo com Felipe Comelatto, técnico em produtos da Futura Tintas, é muito importante limpar bem o local afetado e retirar todos os focos de mofo para que o fungo não retorne. “Para as infiltrações e umidade, o uso de impermeabilizantes na superfície é muito recomendável. Uma alternativa interessante é utilizar texturas que, além de impedir a penetração de água pela textura, conferem um acabamento de decoração muito sofisticado”, ressalta.
Mais informações: www.futuratintas.com.br.
Não importa o tamanho do lugar onde você mora. Grande ou pequeno, os pufes ajudam a dar mais conforto e beleza aos ambientes. A única preocupação é a dimensão que as peças precisam ter para não se transformarem em verdadeiros obstáculos. No mais, cores e formatos estão liberados e, se bem escolhidos, podem renovar salas, escritórios, varandas, halls de entrada…

A loja virtual de decoração Coloricos (www.coloricos.com) possui uma linha de pufes exclusivos. Cada peça tem edição limitada e desenhos únicos
De acordo com Monica Ribeiro, uma das sócias da Coloricos, investir em peças como os pufes é um excelente jeito de renovar a decoração sem gastar muito. “Além dos pufes temos almofadas que coordenam com a decoração de qualquer local, dando aos clientes diversas opções de estilos para seguir”, sugere Monica.
Mais opções:
Em tempos onde a internet se tornou uma espécie de consultora de decoração (basta digitar o que procura para encontrar mil dicas), quem quer deixar a casa arrumadinha, sempre acha um jeito novo para mudar a decoração da casa. E isso sem precisar gastar muito! No caso das cadeiras, é possível visualizar muitos modelos de capas, que além de protegerem o móvel, também deixam a mesa do jantar mais convidativa ou a escrivaninha com mais personalidade.

O estampado da parede não briga com a estampa da capa das cadeiras. Se a intenção é deixar a casa mais alegre, arrisque!
Das divertidas às mais clássicas, elas são capazes de transformar um ambiente de forma rápida. Se cansar do estilo é só trocar por outra ou guardá-las para outras ocasiões.
No último dia 25 de janeiro completam-se três anos das alterações na Lei do Inquilinato. Porém, o advogado e professor Mario Cerveira Filho, sócio do Cerveira Advogados Associados, alerta que não existem motivos para comemorar. “Como ficou bem mais fácil despejar os inquilinos, não há dúvida que as alterações havidas contribuíram, para o aumento desproporcional dos aluguéis e, por consequência, dos preços de venda dos imóveis em todo o Brasil”, afirma.
Anteriormente às alterações, segundo Mario Cerveira, realmente era difícil e levava-se muito tempo para receber ou despejar um inquilino problemático. “Agora, nas ações de despejo por falta de pagamento, o locatário deverá efetuar no prazo de 15 dias, contados da citação, o pagamento do débito atualizado, independentemente de cálculo e mediante depósito judicial. Esse depósito inclui: aluguéis e acessórios da locação que vencerem até a sua efetivação, as multas ou penalidades contratuais, quando exigíveis, os juros de mora e as custas e os honorários do advogado do locador, fixados em dez por cento sobre o montante devido, se do contrato não constar disposição diversa”, explica.
O professor ressalta que essas alterações estão prejudicando demasiadamente os locatários, como por exemplo:
- Liminar (15 dias para desocupação voluntária) nas ações de despejo de imóveis comerciais fundada na denúncia vazia;
- Liminar (15 dias para desocupação voluntária) nas ações de despejo por falta de pagamento, quando o contrato estiver sem de garantia; e principalmente:
- Antes o inquilino poderia sofrer duas ações despejo por falta de pagamento a cada 12 meses, agora, com as alterações havidas, somente haverá 01 uma oportunidade a cada 24 meses!
Mario Cerveira destaca que o efeito das alterações foi contrário do que se esperava após três anos de vigência das novas regras. “O mercado imobiliário praticamente “parou” e a classe média e média baixa está sendo a mais prejudicada. Pela falta de conhecimento dessas alterações, os locatários foram muito prejudicados e os locadores, por sua vez, se aproveitaram da situação, majorando os aluguéis de forma desproporcional com a realidade do País”, afirma.
O advogado alerta que grandes grupos estrangeiros, estão vindo para o Brasil, atraídos pelo valor dos aluguéis, considerados uns dos mais altos do mundo, comprando os imóveis (já bem acima do que realmente valem e já inflacionando o mercado, neste sentido), com o objetivo de receber estes locativos. “Sendo assim, o locatário deve tomar muito cuidado antes de assinar um contrato de locação, tanto comercial como residencial”, conclui.
Mais informações:
Ex-Libris Comunicação Integrada
Fone: (11) 3266-6088 – ramal 218
Caio Prates – caio@libris.com.br
O ano novo chegou e a vontade de mudar os ambientes da casa aumenta. Assim como nas passarelas da moda, na decoração também é fundamental investigar e entender as tendências para o ano que se inicia. A Futura Tintas, em parceria com o arquiteto e consultor Carlos Galbe, acreditam que as cores precisam ser pensadas de acordo com as aspirações e sentimentos que as pessoas desejam imprimir nos ambientes.
Para 2013, por exemplo, cores vibrantes e alegres deverão sobrepor os tons mais escuros, os cinzas tão utilizados em 2012. “Sem dúvida, tons como Tangerina, Menta e Rosa Vida, estarão em alta na decoração. Trata-se de uma necessidade de harmonização dos ambientes, que representam a vida nova inerente ao ano novo. Para quem quer ir além, recomendamos pintar pequenos ambientes com os tons Lilás, Verde Kiwi e Laguna, todas cores que ampliam o espaço em contrate com a luz”, ressalta o consultor da Futura Tintas, Carlos Galbe.
Para quem deseja um ambiente ainda mais renovado, as plantas são uma ótima opção. Além de decorar, algumas são capazes de harmonizar o ambiente, renovar o ar e trazer energia positiva para interiores.
Dicas especiais :
Espiritualidade: As flores de pétalas brancas são associadas à paz de espírito e a intuição, o lírio da paz é uma opção.
Família: Plantas com alturas variadas, com caule e tronco espessos e folhas em abundância.
Prosperidade / Abundância / Fortuna: Flores com pétalas laranja e amarelo forte, como as Begônias e os Girassóis, são símbolos de abundância e prosperidade.
Sucesso / Fama: Flores de pétalas vermelhas.
Certas peças podem fazer a diferença numa decoração. Não adianta escolher cores,os móveis e fazer uma boa arrumação. Sem uma boa iluminação parte do trabalho estará perdido. Ela é um elemento crucial na decoração, por isso é necessário pensar bem em como dispor as luzes pela casa.
A luz central de um ambiente deve ser a mais forte, mas é interessante instalar luzes periféricas como auxiliares, como spots, arandelas, colunas e abajures. Se você já possui a luz central e tem espaço para valorizar sua casa com luzes periféricas de maneira criativa, pode investir também em luminárias com design divertido.
Num passeio pela internet, encontrei um modelo bem diferente, do designer ucraniano Anton Naselevets. Em forma de alho, mas muito sofisticado, acredito que não caiba apenas na cozinha. Mas serve como inspiração para quem quer deixar os ambientes mais leves e personalizados.

Para quem quer financiar a casa própria é interessante ficar atendo, acompanhando o que já vinha ocorrendo com imóveis de menor valor, a Caixa reduziu juros para imóveis que valem mais de R$ 500 mil. Com isso, esta na hora de um planejamento para saber se vale investir em um imóveis ou renegociar dívida já existente.
Para quem ainda não possui um imóvel, financiar uma casa própria com certeza é uma alternativa, entretanto, é fundamental saber que com isso contrairá uma dívida de valor, que deverá ser honrada mensalmente. Também é necessário ter em mente que quando se faz um financiamento existem os juros que, somados ao longo do contrato, podem significar o pagamento de duas até três casas.
No caso de pagar aluguel, o financiamento o momento é propício, deixando de pagar esse valor sem retorno futuro para pagar a prestação de algo que será seu. Se a pessoa não pagar aluguel, uma ótima alternativa é guardar o valor da prestação do financiamento, em qualquer tipo de investimento conservador, assim, em sete ou oito anos poderá comprar a casa à vista e não pagar juros. É preciso entender que o dinheiro aplicado rende juros, enquanto que o financiamento se paga juros.
Problemas enfrentados para a realização do sonho de uma casa própria, são as dívidas sem valor, aquelas contraídas nas compras de produtos e serviços que muitas vezes não agregam valor. Estas acabam desequilibrando o orçamento financeiro mensal e com isso perde o foco no bem de valor que é a casa.
Por isso, é importante reunir a família e conversar sobre este tema, definindo o lugar, valor e as reais condições que se encontram. Lembre-se que, como já falei anteriormente, o financiamento de um imóvel é considerado uma dívida de valor, por isso deve ser protegida e garantida antes de sair pagando as despesas mensais. Também recomendo cuidado com o valor do imóvel que comprará e veja se o seu valor adéqua-se a seu verdadeiro padrão de vida, muitas vezes não respeitamos nosso padrão.
Um ponto importante, e que normalmente leva as famílias ao endividamento são eventualidades, que ocasionam gastos imprevistos e o descontrole do orçamento, assim, tenha sempre uma reserva estratégica. Também se preocupe com a região que irá mudar, veja se o custo de vida se adéqua a sua realidade. Há casos de pessoas que compram a casa ideal, no local perfeito, só que os gastos para se manter no local transforma tudo em um pesadelo. Enfim, a casa é um grande sonho e com certeza pode ser realizado, desde que se tenha planejamento.
Reinaldo Domingos, autor e educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP, autor dos livros Eu Mereço ter Dinheiro, Terapia Financeira, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico,adotada em diversas escolas do país.




























